Descuidei
Da porta
E permiti
Que entrassem
Senti a brisa
E eras tsuname
Que arranca
Os telhados
Invade
Os porões
E Mancha
As paredes
Da memória
De vermelho
Sem enganos?
Foste convidado?
Por quê
Pisoteaste
A relva verde?
Descoloriste
O arcoíris?
Dos escombros
Resta o
Reerguer
Dos sonhos
E o aprender
A Não
Brincar
com o
vento
Por segurança
Em cada porta
Há de se colocar
Um sentinela
29/11/09
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Perdão
O que fere você
Sangra em mim
Como a foice
Que dilacera a carne
Comprime o peito
E sufoca
O que foi dito
O que foi feito
Vaza
Da minha mente
Machucando
Minha alma
O perdão
Que me dará vida
Sairá de ti
Se quiseres
28/11/09
Sangra em mim
Como a foice
Que dilacera a carne
Comprime o peito
E sufoca
O que foi dito
O que foi feito
Vaza
Da minha mente
Machucando
Minha alma
O perdão
Que me dará vida
Sairá de ti
Se quiseres
28/11/09
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Estranho
Traíste a ti mesmo.
Naquele instante
tudo em ti
era amor.
Senti que me querias.
Mesmo quando
desconversou
e engoliste
o que não foi dito.
Me deixaste muda
vazia
enquanto te via
sair da minha vida
assim como entraste:
inesperadamente.
nov/2009
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